terça-feira, 31 de julho de 2012
Dons do Espírito Santo
|
a) Dons Ministeriais para a Igreja
|
|||
|
|
|||
|
Dom
|
Definição
|
Textos
|
Exemplos
|
|
Apóstolo
(especifico) |
Os diretamente comissionados pelo Senhor Jesus para
estabelecer a igreja e a mensagem genuína do evangelho.
|
At 4.33-37;
5.12-42; 9.27; 11.1; 15.1-6;
1Co 9.5; 12.28,29; Gl 1.17; Ef 2.20; 4.11; Jd 17 |
Apóstolos: Mt
10.2; Mc 3.14
Paulo: Rm 1.1; 1Co 1.1 Pedro: 1Pe 1.1; 2Pe 1.1 |
|
Apóstolo
(geral) |
Qualquer
mensageiro biblicamente comissionado como missionário ou para outras
responsabilidades especiais.
|
At 13.1-3
1Co 12.28,29 Ef 4.11 |
Barnabé: At
14.4,14
Andrônico: Rm 16.7 Tito e ouros: 2Co 8.23 Epafrodito: Fp 2.25 Tiago: Gl 1.19 |
|
Profeta
|
Os que falavam
sob a inspiração do Espírito Santo, trazendo da parte de Deus uma mensagem
para a igreja, e cuja motivação e preocupação principais tinham a ver com a
vida espiritual e a pureza da igreja.
|
Rm 12.6
1Co 12.10; 14.1-33 Ef 4.11 1Ts 5.20,21 1Tm 1.18 1Pe 4.11 1Jo 4.1-3 |
Pedro: At
2.14-40; 3.12-26
Paulo: At 13.1,16-41 Barnabé: At 13.1 Simeão: At 13.1 Ágabo: At 11.27,28; 21.10 Judas e Silas: At 15.32 João: Ap 1.1,3; 10.8-11 |
|
Evangelista
|
Os que
receberam dons de Deus para proclamar o evangelho aos não salvos.
|
Ef 4.11
|
Filipe: At
8.5-8, 26-40
Paulo: At 26.16-18 |
|
Pastor
|
Os escolhidos
e dotados por Deus para dirigir a igreja e cuidar das suas necessidades
espirituais.
|
At 14.23;
15.1-6
Rm 12.8 Ef 4.11,12 Fp 1.1 1Tm 3.1-7; 5.17-20 Tt 1.5-9 Hb 13.17 1Pe 5.1-5 |
Timóteo: 1Tm
1.1-4; 4.12
Tito: Tt 1.4,5 Pedro: 1Pe 5.1 João: 1Jo 2.1,12-14 Gaio: 3Jo 1-7 |
|
Mestre
|
Os dotados por
Deus para esclarecer e explicar a Palavra de Deus para a edificação da
igreja.
|
Rm 12.7
Ef 4.11 Cl 3.16 1Tm 3.2; 5.17 2Tm 2.2,24 |
Paulo: At
15.35; 20:20
Barnabé: At 15.35 Apolo: At 18.25-28 Timóteo: 1Co 4.17 Tito: Tt 2.1-3,9,10 |
|
Diácono
|
Os escolhidos
e dotados por Deus para prestar assistência prática aos membros da igreja.
|
At 6.1-6
Rm 12.7 Fp 1.1 1Pe 4.11 |
Sete diáconos:
At 6.5
Febe: Rm 16.1,2 |
|
Socorro
|
Os dotados por
Deus para várias modalidades especificas de auxilio.
|
1Co 12.18
|
Paulo: At
20.35
Lídia: At 16.14,15 Gaio: 3Jo 5-8 |
|
Administrador
|
Os dotados por
Deus pra orientar e supervisionar atividades diversas da igreja.
|
1Co 12.7
Ef 4.11,12 1Tm 3.1-7 Hb 13.7-17,24 |
Pedro: At
6.3,4; 11.1-18
Paulo: At 20.1-35 |
|
Exortador
|
Os dotados por
Deus para motivar outros cristãos a uma fé mais profunda em cristo, a uma
maior dedicação a Ele, a uma manifestação mais plena do fruto do Espírito e a
uma separação completa do mundo.
|
Rm 12.8
1Co 14.3 1Ts 5.11,14-22 Hb 10.24,25 |
Barnabé: At
11.23,24
Paulo: Gl 5.16-26 Judas e Silas: At 15.32 Timóteo: 1Ts 3.2; 2Tm 4.2 Tito: Tt 2.6,13 Pedro: 1Pe 5.1,2 João: 1Jo 2.15-17; 3.1-3 |
|
Doador
|
Os capacitados
por Deus para darem liberalmente dos seus recursos para as necessidades do
povo de Deus.
|
At 2.44,45;
4.34,35
1Co 16.1-4 2Co 8.9 Ef 4.28 1Tm 6.17-19 |
Barnabé: At
4.36,37
Cristãos da Macedônia: Rm 15.26,27; 2Co 8.1-5 Cristãos da Acaia: Rm 15.26,27; 2Co 9.2 |
|
Consolador
|
Os chamados
por Deus para consolar os aflitos mediante atos de misericórdia.
|
Rm 12.8
2Co 1.3-7 |
Paulo: 2Co 1.4
Cristãos hebreus: Hb 10.34 Dorcas: At 9.36-39 |
|
|
|||
|
b) Manifestações do Espírito Santo na vida dos
crentes
|
|||
|
|
|||
|
Palavra de
Sabedoria |
Uma enunciação
do Espírito Santo aplicando a Palavra de Deus, ou a sua sabedoria, a uma
determinada situação.
|
At 6.3
1Co 12.8; 13.2,9,12 |
Estevão: At
6.10
Tiago: At 15.13-21 |
|
Palavra de Conhecimento
|
É o Espírito
Santo revelando conhecimento a respeito de pessoas, circunstâncias, ou
verdades bíblicas.
|
At 10.47,48;
13.2
1Co 12.8; 13.2,9,12 |
Pedro: At
5.9,10
|
|
Fé
|
Fé
sobrenatural comunicada pelo Espírito Santo, capacitando o crente a crer em
Deus, para a realização de milagres.
|
Mt 21.21,22
Mc 9.23,24 Lc 17.6 At 3.1-8; 6.5-8 1Co 12.9; 13.2 Tg 5.14,15 |
Centurião: Mt
8.5-13
Mulher Enferma: Mt 9.20 Cegos: Mt 9.27-29 Mulher Pecadora: Lc 9.36 Leproso: Lc 17.11-19 |
|
Cura
|
Restauração da
saúde de alguém por meios sobrenaturais divinos.
|
Mt 4.23,24;
8.16
Mc 1.32-34; 6.13 Lc 4.40,41; 9.1,2 Jo 6.2; 14.12 At 4.30;5.15,16 1Co 12.9,28,30 |
Jesus e
Apostolos:
Veja os milagres |
|
Operação de Maravilhas
|
Poder divino
sobrenatural para alterar o curso da natureza
|
Mt 4.23,24;
8.16
Mc 1.32,33,39 Lc 4.40,41; 9.1 Jo 7.3; 10.25,32 At 2.22,43; 4.30 Rm 15.19 1Co 12.10,29 2Co 12.12 Gl 3.5 |
|
|
Profecia
|
A capacidade
momentânea e especial para transmitir mensagem, advertência, exortação ou
revelação da parte de Deus sob a direção do Espírito Santo.
|
Lc 12.12
At 2.17,18 1Co 12.10; 13.9 Ef 4.11 1Ts 5.20,21 2Pe 1.20,21 1Jo 4.1-3 |
Isabel: Lc
1.40-45
Maria: Lc 1.46-55 Zacarias: Lc 1.67-79 Pedro: At 2.14-40; 4.8-12 Ágabo: At 21.10,11 |
|
Discernimento de espíritos
|
Capacidade
especial para julgar se profecias e enunciações sobrenaturais outras, provém
do Espírito Santo.
|
1Co 12.10;
14.29
|
Pedro: At
8.18-24
Paulo: At 13.8-12; 16.16 |
|
Falar em outras Línguas
|
Expressar-se a
nível do espírito, sob a influência direta do Espírito Santo, numa língua que
a pessoa não aprendeu e nem conhece.
|
1Co
12.10,28,30;
13.1; 14.1-40 |
Discípulos: At
2.4-11
Cornélio: At 10.44,45 Crentes: At 19.2-7 Paulo: 1Co 14.6,15,18 |
|
Interpretação de Línguas
|
Capacidade
especial para interpretar o que é falado em línguas estranhas, pelo Espírito
Santo.
|
1Co 12.10,30;
14.5; 13.26-28 |
|
A Natureza de Cristo
“1 João: os fundamentos da fé cristã e a
perfeita comunhão com o Pai” a Primeira Epístola
de João apresenta porções doutrinárias que são fundamentais para o perfeito
entendimento da fé cristã.
João escreveu esta carta para levar os crentes de volta ao
caminho, mostrar a diferença entre a luz e as trevas (a verdade e o erro), e
encorajar a Igreja a crescer no amor genuíno a Deus e de uns para com os
outros. Também descreveu para assegurar aos crentes verdadeiros que eles
possuíam a vida eterna, e para ajudá-los a saber que sua fé era genuína. Assim
poderiam apreciar todos os benefícios de serem filhos de Deus.
II. Conhecendo o
Autor da Carta
•A
Epístola de 1 João foi escrita pelo próprio João, um dos 12 discípulos
originais de Jesus. Ele provavelmente foi o “discípulo a quem Jesus amava” (Jo
21.20) e, junto com Pedro e Tiago, teve um relacionamento especial com Jesus.
Esta carta foi escrita entre 85 e 90 d. C., de Éfeso, antes do exílio de João
na ilha de Patmos (ver Ap 1.9). Jerusalém havia sido destruída em 70 d.C., e os
cristãos foram espalhados por todo o Império Romano. Quando João escreveu esta
carta, o cristianismo já existia há mais de uma geração. João enfrentou e
sobreviveu à acirrada perseguição contra os cristãos. O principal problema que
confrontava a Igreja neste momento era a decadência do comportamento: muitos
crentes estavam se conformando com os padrões do mundo falhando em viver de
acordo com os padrões de Cristo, e assim comprometendo a sua fé. Os falsos
ensinadores eram muitos, e estavam acelerando a queda da Igreja, afastando-a da
fé cristã.
•João já
era um idoso, e talvez fosse o único apóstolo vivo naquele momento. Ele ainda
não havia sido enviado à ilha de Patmos, onde viveria como exilado. Como
testemunha ocular de Cristo, ele escreveu com toda a autoridade para dar, a
esta nova geração de crentes, segurança e confiança em Deus e na sua fé.
III. O Propósito da Carta de João
• Professor, dê inicio a este tópico fazendo a seguinte pergunta: “Qual foi
o objetivo de João ao escrever sua Primeira Epístola?”
Por que 1 João foi escrito? A primeira resposta a essa pergunta
(e a mais clara) é aquela que o próprio João dá próximo ao fim de sua carta.
Está expressa em 1 João 5.13: “Estas
coisas vos escrevi, para que saibais que tendes a vida eterna e para que
creiais no nome do Filho de Deus”. A ênfase está na palavra “saibais”. Ele
escreveu para cristãos. Assim, o primeiro objetivo de João é dar aos cristãos a
certeza absoluta de sua salvação.
A natureza desse objetivo é vista com clareza quando contrastada
com a declaração igualmente explícita do objetivo de João ao escrever o seu
Evangelho. Próximo ao fim do Evangelho, João diz que houve muitas outras coisas
que Jesus fez que não estavam registradas, mas que “estes, porém, foram
escritos para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, é para que,
crendo, tenhais vida em seu nome” (Jo 20.31). Aqueles para quem ele estava escrevendo
ainda não eram cristãos, e seu objetivo era levar aqueles leitores à fé. Em sua
primeira epístola, seu propósito é levar aqueles que já acreditavam a uma
compreensão mais profunda da fé e a uma confiança naquilo que eles já
possuíam.
• Professor,
explique que João escreveu sobre a comunhão com os outros crentes e que existem
3 princípios por trás da verdadeira comunhão cristã, a saber: 1) Nossa comunhão
está baseada no testemunho da Palavra de Deus. Sem esta força subjacente, a
união é impossível. 2) É mútua, dependendo da união dos crentes. 3) É
diariamente renovada através do Espírito Santo. A verdadeira comunhão combina a
interação social e espiritual e se torna possível somente através de um
relacionamento vivo com Cristo.
Conclusão
Cada
cristão deve, além de estar em contato permanente com a Palavra de Deus —
condição básica para manter-se fiel até a volta de Cristo —, permanecer na luz
e cultivar o seu amor pelos irmãos.
Jesus o Filho de Deus ( Humano e Divino)
I Jesus Humano e Divino
Nenhum
dos Escritores bíblicos nos fala tanto sobre o que Deus realmente é do que o
apóstolo João. Todos falam sobre o que Ele faz. Alguns descrevem a glória que o
cerca. Mas João relata o que Deus é em sua real natureza. Sobre quem é Deus
João deu uma resposta que ao mesmo tempo é simples e profunda. O que é Deus?
João responde: “Deus é luz, e não há nele treva nenhuma”.
A união
entre as naturezas humana e divina na Pessoa única de Jesus. Entender
adequadamente esta doutrina depende da completa compreensão de cada uma das
duas naturezas e de como se constituem na única pessoa.
Paulo oferece um testemunho claro da divindade de Jesus: “Haja
em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, que sendo forma de Deus, não teve
usurpação ser igual a Deus. Mas aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de
servo, fazendo-se semelhante aos homens, (Fp 2.5-7).
As informações do Novo Testamento a respeito desse assunto
levam-nos a reconhecer que Jesus não deixou de ser Deus durante a encarnação.
Pelo contrário, abriu mão apenas do exercício independente dos atributos
divinos. Ele ainda era pela Deidade no próprio ser, mas cumpriu o que parece
ter sido imposto pela encarnação: limitações humanas reais, não artificiais.
Vemos que a natureza divina e a natureza humana estão juntas na Pessoa única de
Jesus Cristo.
A expressão “Filho de Deus” nas Escrituras indica claramente a
natureza divina de Jesus. Sua procedência revela que Ele compartilha a mesma
essência e natureza do pai. O Mestre mesmo o disse: “Saí e vim do Pai ao
mundo”, (Jo 16.28).
II - Jesus é a Luz
A Palavra de Deus ensina enfaticamente que Deus é Luz (1
Jo 1.5; Sl 27.1) e que “habita na luz inacessível”, ( 1Tm 6.16). Esse título
divino seria também uma designação do Messias, o Servo do Senhor ( Is 42.6,7;
9.2; Mt 4.16) O termo “Luz” aparece cerca de 20 vezes no evangelho de João
(1.4,5;3.19;8.12;12.46), e , na maioria das ocasiões, refere-se a Jesus como a
Luz do mundo (Jo 8.12). No relato da criação, lemos que Deus, pelo poder de sua
Palavra, fez surgir a luz, que desfez o caos, (Gn 1.2,3). O Senhor Jesus é a
“Luz do Mundo”, e por isso desfaz o caos da vida humana ( 2Co 4.6). Nos dois
primeiros capítulos João expõe à luz de Deus, contrastando a pureza
deslumbrante da sua natureza (Jo 1.5,6). O teste para sabermos se habitamos ou
não na luz é se amamos ou não nossos irmãos.
III - As trevas se opõem a luz
Tanto no
evangelho quanto na epístola, o termo luz é colocado em contraste direto coma a
treva. Aqui está o propósito da auto-revelação de Deus – que a treva seja
invadida e desafiada pela luz.
Tanto luz como treva são termos espirituais
que denotam qualidades opostas santidade e pecado. Deus é Luz, Santidade e
Pureza, e é a natureza da Luz revelar-se a si mesma. Mas a luz não pode ser
revelada a qualquer coisa incapaz de recebê-la. Deus tem se revelado por meio
do mundo físico mas não para ele. A revelação somente pode vir seres racionais,
capazes de fazer uma escolha. Eles podem aceitar ou rejeitar uma certa
revelação. “Somente o homem é capaz de ser luz, isto é, ele pode receber a
natureza do Logos que emana em sua direção, para que seja conscientemente transformado
nela”.
Deus se revelou
com o propósito de dar sua vida e luz ao homem, para que o caráter do homem
possa estar em harmonia com a natureza divina. Nenhuma tem comunhão com Deus –
a comunhão da vida eterna compartilhada – enquanto viver nas trevas. Se uma
pessoa afirma ter esse tipo de comunhão, vive uma vida não afetada pela luz,
ela está enganado a si mesmo. João declara que esse homem é mentiroso. Não é
uma questão de opinião, nem de testemunho, mas da verdade da auto-revelação de
Deus. Um homem escolhe viver na escuridão, não conhece a comunhão com Deus e
com seus filhos.
Essa luz de Deus
revelada é semelhante ao sol, que dissipa as trevas. Essa figura, no entanto,
não se encaixa no pensamento de João. Ela havia dito que “ as trevas não a
derrotaram” (Jo 1.5, NVI), mas ele nunca diz que a luz derrotou completamente
as trevas. O mundo continua nas trevas do pecado e não há promessas que essas
trevas serão destruídas enquanto durar o tempo. Analogia melhor é a de um
holofote que penetra a escuridão traçando um caminho no meio dela. João fala
desse tipo de caminhar na luz, mesmo no meio de trevas circundantes. Mas as trevas não podem derrotar a
luz; aquele que anda na luz desfruta da comunhão com o Pai e com seu Filho,
Jesus Cristo.
IV
Vivendo como
Filhos da Luz
No Evangelho escrito por João, ele
explica que para sermos filhos da luz precisamos crer na luz, obviamente que
Jesus é a luz.
Conduzir a vida e alguém em amor dá
dinamismo à vida. Não há motivo mais forte a nos fazer agir. Mas o amor deve ter
direção, também. Por isso o apóstolo Paulo conclama aos amados: “Andai na luz”
( Ef 5.8). Paulo contrasta a mudança espiritual usando um linguajar
surpreendente: “Porque, noutro tempo, éreis trevas, mas agora, sois luz no
Senhor”. Antigamente, os efésios não só andavam às apalpadelas nas trevas, mas
eram parte das trevas, sendo contribuintes para as trevas do pecado. Hoje, pela
graça, eles são participantes da luz. Possuir luz ou estar na luz também indica
a plena graça de Deus para viver de modo santo. Jesus falou sobre todo cristão
ter todo o copo luminoso, não tendo em si parte alguma em trevas, (Lc
11.34-36).
Conclusão
Jesus é a luz que dissipa as trevas e como filhos da luz devemos
refletir a Cristo, tendo uma vida reta e santa diante de dEle e dos homens. O
cristão deve ter em sua mente o que o apóstolo ensinou que devemos andar como
filhos da luz. Não podemos participar das obras das trevas. Os filhos da luz
têm que reprovar os caminhos dos pecadores e não fazer parte dele.
Assinar:
Comentários (Atom)