quinta-feira, 18 de outubro de 2012


Traumas de uma sociedade violenta, como superar?

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Hoje quero tratar com vocês sobre os traumas da violência social. O Brasil desde 1980 vive uma explosão no número de assassinatos. O crime dita o comportamento da família brasileira, que evita chegar tarde em casa, deixam de ir a alguns locais da cidade por causa da criminalidade, deixam de ir a certos bancos e fazem o investimento em segurança pessoal aumentar. A violência ocupa grande parte dos noticiários e aflige todos, inclusive o crente. No Rio 80% dos cariocas evitam sair a rua portando muito dinheiro ou objetos de valor. Em Manaus 83,9% evitam sair a noite  ou chegar muito tarde em casa por medo da criminalidade. Esses números são da pesquisa realizada pelo Datafolha entre 2009 e 2010, foram 75 000 pessoas entrevistadas.
A violência tem origem espiritual e está intimamente relacionada com a queda de Adão e Eva (Gn3.4-24; 6.5). Por consequência desta queda o homem tornou-se pecador e seus atos de violência passaram a se multiplicar. Primeiro com Caim, que por puro ciúme e inveja matou o irmão (Gn 4.3-5), posteriormente com Lameque que, louva seu ato criminoso ao assassinar dois homens (Gn 4.23). Por causa deste crescimento da violência no Antigo Testamento, Deus decide destruir o mundo antigo (Gn cap. 6). O senhor anunciou o motivo no capítulo 6 e versículo 7 de Gênesis: ” Destruirei, de sobre a face da terra, o homem que criei, desde o homem até ao animal, até ao réptil e até à ave dos céus; porque me arrependo de os haver feito”.
A criminalidade já foi associada à pobreza. Porém, o crime atual em um raciocínio amplo está ligado ao patrimônio, como roubos e furtos, apesar das políticas públicas contra a violência e a criminalidade. São assustadoras as estatísticas envolvendo assassinatos, roubos, lesões corporais e só aumentam.
Os ataques contra cristãos aumentaram 309% entre 2001 e 2010, segundo o estudo apresentado pela organização Ajuda à Igreja que Sofre (AIS).
Todos nós estamos sujeitos a violência social, mas a igreja, principalmente em países que possuem liberdade religiosa, como o Brasil, deve se empenhar em promover ações para ajudar vítimas a superarem os traumas provenientes de atos violentos, deve ter um papel acolhedor e ajudar a sociedade a diminuir os altos índices de criminalidade. Deus é o principal remédio contra qualquer trauma sofrido. Pessoas sendo impedidas de seguir uma vida normal por causa de traumas, somente a igreja pode mudar este quadro.
Mas em especial, a igreja, precisa se conscientizar de que sendo a violência uma ação espiritual é a principal responsável pelo seu crescimento.
A visão da cruz pode ser o melhor remédio para as dores provocadas na memória, lançadas diariamente na imaginação de pessoas que antes tiveram uma vida feliz, uma vida normal, mas hoje estão sendo atordoados por estes pensamentos, obrigados a carregar o inimigo que provocou tanta dor com seu ato cruel de violência. Imagine a cruz, imagine se Cristo ainda estivesse carregando as chibatadas, o cuspe na face, a coroa de espinhos, mas não, ele não está carregando nada disso. Ele sabia muito bem o que estava fazendo por nós, ele estava nos tirando da potestade das trevas e nos transportando para o Reino (Cl 1.13), “mas não somente isto, mas também nos gloriamos em Deus por nosso Senhor Jesus Cristo, pelo qual agora alcançamos a reconciliação” (Rm 5.11).
“Por que, por Ele, ambos temos acesso ao Pai em um mesmo Espírito” (Ef 2.18).
“Chegamos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno” (Hb 4.16).

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

O grande arrebatamento da Igreja






1Ts 4.16,17 “Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor.”

O termo “arrebatamento” deriva da palavra raptus em latim, que significa “arrebatado rapidamente e com força”. O termo latino raptus equivale a harpazo em grego, traduzido por “arrebatado” em 4.17. Esse evento, descrito aqui e em 1Co 15, refere-se à ocasião em que a igreja do Senhor será arrebatada da terra para encontrar-se com Ele nos ares. O arrebatamento abrange apenas os salvos em Cristo.

(1) Instantes antes do arrebatamento, ao descer Cristo do céu para buscar a sua igreja, ocorrerá a ressurreição dos “que morreram em Cristo” (4.16). Não se trata da mesma ressurreição referida em Ap 20.4, a qual somente ocorrerá depois de Cristo voltar à terra, julgar os ímpios e prender Satanás (Ap 19.11—20.3). A ressurreição de Ap 20.4 tem a ver com os mártires da tribulação e possivelmente com os santos do AT (ver Ap 20.6 nota).

(2) Ao mesmo tempo que ocorre a ressurreição dos mortos em Cristo, os crentes vivos serão transformados; seus corpos se revestirão de imortalidade (1Co 15.51,53). Isso acontecerá num instante, “num abrir e fechar de olhos” (1Co 15.52).

(3) Tanto os crentes ressurretos como os que acabaram de ser transformados serão “arrebatados juntamente” (4.17) para encontrar-se com Cristo nos ares, ou seja: na atmosfera entre a terra e o céu.

(4) Estarão literalmente unidos com Cristo (4.16,17), levados à casa do Pai, no céu (ver Jo 14.2,3 notas), e reunidos aos queridos que tinham morrido (4.13-18).

(5) Estarão livres de todas as aflições (2Co 5.2,4; Fp 3.21), de toda perseguição e opressão (ver Ap 3.10 nota), de todo domínio do pecado e da morte (1Co 15.51-56); o arrebatamento os livra da “ira futura” (ver 1.10 nota; 5.9), ou seja: da grande tribulação.

(6) A esperança de que nosso Salvador logo voltará para nos tirar do mundo, a fim de estarmos “sempre com o Senhor” (4.17), é a bem-aventurada esperança de todos os redimidos (Tt 2.13). É fonte principal de consolo para os crentes que sofrem (4.17,18; 5.10).

(7) Paulo emprega o pronome “nós” em 4.17 por saber que a volta do Senhor poderia acontecer naquele período, e comunica aos tessalonicenses essa mesma esperança. A Bíblia insiste que anelemos e esperemos contínua e confiadamente a volta do nosso Senhor (cf. Rm 13.11; 1Co 15.51,52; Ap 22.12,20).

(8) Quem está na igreja mas não abandona o pecado e o mal, sendo assim infiel a Cristo, será deixado aqui, no arrebatamento (ver Mt 25.1 nota; Lc 12.45 nota). Os tais ficarão neste mundo e farão parte da igreja apóstata (ver Ap 17.1 nota; ver o estudo O PERÍODO DO ANTICRISTO), sujeitos à ira de Deus.

(9) Depois do arrebatamento, virá o Dia do Senhor, um tempo de sofrimento e ira sobre os ímpios (5.2-10; ver 5.2 nota). Seguir-se-á a segunda fase da vinda de Cristo, quando, então, Ele virá para julgar os ímpios e reinar sobre a terra (ver Mt 24.42,44 notas).

Masturbação à luz da Bíblia




Vivemos em uma era de liberdade de expressão e de um estilo "livre" de vida. Hoje vemos nos filmes, nas novelas, nas músicas, nas danças, nas roupas da moda, etc., uma comercialização do sexo. Em Gênesis 1:28, Deus disse ao homem: "E Deus os abençoou e Deus lhes disse: Frutificai, e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra", ou seja, o sexo tinha uma função procriativa e fez Deus uma mulher idônea para Adão para que, dela, ele desfrutasse e, com ela, enchesse a terra (Gn 2:18).

Hoje em dia o sexo está tão banalizado que não há mais aquela expectativa dos noivos em se descobrirem aos poucos, em maravilharem-se um com o outro vivendo uma novidade maravilhosa de um toque, de uma fragrância, de surpresas que fortalecem o casamento e o amor. Com tamanha sobrecarga de "normal" (sexo antes do casamento é normal, homossexualismo é normal, filhos drogados é normal, você tem que aceitar...), porque não devemos ensinar nossos filhos a se masturbarem? Não é normal?

Vamos falar de áreas cinzentas da moralidade
Ao considerar as questões sexuais que não estão especificamente relacionadas na Escritura, tenha em mente certas experiências pré-sexuais que conduzem facilmente à lascívia ou à luxúria.

Nossos pensamentos
A batalha pela pureza sexual sempre começa na mente. Aquilo em que pensamos constantemente, acabamos fazendo. Enchemos nossa mente com o bem ou o mal, o puro ou o impuro, o certo ou o errado. Muitos crentes tentam abrigar ambas as tendências em seus pensamentos. O pecado sexual declarado é concebido na mente, desenvolvido em várias experiências pré-sexuais, e finalmente torna-se realidade, quando a oportunidade aparece. Não somente a imoralidade resultante é pecado – os pensamentos impuros também são pecados. As palavras de Jesus, no Sermão da Montanha, são freqüentemente citadas a este respeito: "Ouvistes o que foi dito: Não adulterarás. Eu, porém, vos digo que todo aquele que olhar para uma mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela" (Mt 5:27,28). Não se confunda, a ponto de dizer: "Visto que já pequei em meu coração, posso também pecar com o corpo". Estes pecados não são os mesmos! Um é o pecado da mente, e em pensamento apenas uma pessoa peca. O outro é um pecado da mente e do corpo, e, com o corpo, duas pessoas pecam. Na mente, não há união física. Com o corpo, os dois chegam a se conhecer um ao outro de maneira irreversível. Note que, em Mt 5:28, Jesus menciona não apenas olhar, mas olhar para cobiçar. Isto implica um desejo ativo, imaginando uma união ou contato sexual. Paulo diz que o crente de espírito controlado, na batalha espiritual, está "levando cativo todo pensamento à obediência a Cristo" (II Co 10:5). E Pedro diz: "Cingindo os lombos do vosso entendimento, sede sóbrios... não vos conformeis às concupscências que antes tínheis na vossa ignorância" (I Pe 1:13,14). Não podemos impedir todo pensamento impuro de entrar na mente, porém somos realmente capazes de controlar os pensamentos que permanecem e se desenvolvem.

Nossos olhos
O que nossos olhos vêem e lêem produz e controla a maior parte de nossos pensamentos. As Escrituras ensinam que os olhos são a "candeia do corpo" (Mt 6:22,23) e que se os "olhos forem maus", o corpo "será tenebroso". Esta verdade descreve mais do que um fato físico. Refere-se ao que os olhos deixam entrar na mente. O apóstolo João adverte contra a "concupiscência dos olhos" (I Jo 2:16). Salomão escreveu: "Dirijam-se os teus olhos para a frente e olhem as tuas pálpebras diretamente diante de ti. Pondera a vereda de teus pés, e serão seguros todos os teus caminhos" (Pv 4:25,26). Salomão também diz: "Filho meu, dá-me o teu coração; e deleitem-se os teus olhos nos meus caminhos. Porque cova profunda é a prostituta; e o poço estreito é a aventureira" (Pv 23:26,27). Devemos nos afastar da pornografia que vem sendo despejada em nosso caminho, lembre-se: "os olhos são a candeia do corpo". Se você não resiste à tentação, não olhe. Você não pode ser tentado a se masturbar se estiver lendo passagens da Bíblia.

Masturbação é pecado?
A maioria dos não-crentes e também muitos crentes crêem que a masturbação não apresenta nenhum problema. Certamente, não acham que é pecado e que só constitui um problema quando é uma obsessão e um substituto psicológico total para as relações sexuais normais. A muitos mitos sobre a masturbação, em escritos católicos e protestantes antigos, a este respeito. Alguns destes mitos são que a masturbação causa danos físicos, que destruirá a habilidade sexual no casamento ou que causará distúrbios emocionais. Estes mitos eram basicamente táticas para amedrontar e tinham pouca base em fatos. Não há passagem específica na Escritura que fale diretamente da questão da masturbação. Há quem chame a atenção para Gn 38:8-10 e I Co 6:9-10. Concordo com o escritor Herbert J. Miles, que estas passagens não falam de masturbação. Mesmo assim, a Bíblia fornece orientações que lhe permitirão decidir se a masturbação é pecado ou não. Reflita sobre as seguintes observações: 1. Vejamos à definição de lascívia e luxúria: "Gratificação dos sentidos e indulgência para com o apetite; dedicado aos ou preocupado com os sentidos" e "desejo sexual intenso". A masturbação encaixa-se definitivamente nestas definições (veja Gl 5:19). Pode-se praticar a masturbação sem lascívia ou luxúria? 2. O teste seguinte é o de sua vida mental. Jesus disse: " Eu, porém, vos digo que todo aquele que olhar para uma mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela" (Mt 5:27,28). Quando uma pessoa pratica masturbação, o que se passa em sua cabeça? As cachoeiras de Paulo Afonso? Pode alguém se masturbar sem imaginar um ato sexual ou ao menos cenas sensuais? O que é que você acha? Se você pratica a masturbação, pode sua mente permanecer pura? 3. Em seguida, reflita sobre a santidade e a intenção da relação sexual no casamento. Sem sombra de dúvida, a masturbação é uma tentativa de experimentar as mesmas sensações que são atribuídas ao casamento. É um substituto do ato verdadeiro, uma farsa, uma falsificação, um dolo. 4. A masturbação é também totalmente egocêntrica. Uma das características do egocentrismo é a auto-indulgência. Paulo descreve o modo de vida de quem é controlado por Satanás, dizendo: "Todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos" (Ef 2:3). 5. Finalmente, a masturbação pode nos levar à escravidão. Quando uma pessoa é dominada por uma indulgência carnal, ela peca. "Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para obedecerdes às suas concupiscências" (Rm 6:12). Paulo também diz: "Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convém. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas" (I Co 6:12). Você é escravo da masturbação? Reflita sobre os cinco enunciados acima, para determinar se, para você, a masturbação é pecado.

Liberte-se!
O impulso sexual é uma parte normal, dada por Deus, de qualquer homem ou mulher saudável. Envergonhar-se disto é duvidar da bondade de Deus para conosco. Abusar dele é contrariar a graça que Deus tenciona para nós. Ele nos criou com muitos impulsos e desejos, que podemos desenvolver ou usar de maneira errada. Como um deles, o impulso sexual ativa ou destrói os relacionamentos, de acordo com seu controle e aplicação. A masturbação é um problema comum. Não devemos ter medo de conversar sobre ela nem de ajudar as pessoas a superá-la. Homens e mulheres acham que é um hábito igualmente opressivo, e buscam ajuda para a superação do problema. Compaixão, e não condenação, deve ser nossa resposta. Minha conclusão é que a masturbação não deve fazer parte da vida do crente. I Coríntios 6:18-20, Gálatas 5:19 e I Tessalonicenses 4:3-7 são passagens que falam sobre a questão do uso de nossos corpos devidamente no sexo. Embora não possamos assentar todos os argumentos que dizem que a masturbação é pecado, não podemos negar que ela é resultado da lascívia e da paixão. Mas, na liberdade da graça de Deus, podemos escolher fazer o que é sagrado e direito aos olhos de Deus.
Autor: (?)

Pergunta: "Masturbação – de acordo com a Bíblia, é pecado?"


Masturbação – de acordo com a Bíblia, é pecado?






Resposta: A Bíblia nunca menciona especificamente a masturbação ou afirma se a masturbação é ou não pecado. Entretanto, não há dúvidas de que na grande maioria das situações as ações que levam à masturbação são pecaminosas. A masturbação é, quase sempre, o resultado final de pensamentos sensuais, estimulação erótica e/ou imagens pornográficas. São com estes problemas que devemos lidar. Se abandonarmos e vencermos os pecados de luxúria e pornografia, o problema da masturbação vai se tornar algo de mínima importância.

A Bíblia nos alerta para que evitemos até a aparência de imoralidade sexual (Efésios 5:3). Não vejo como a masturbação possa passar neste teste específico. Às vezes, um bom teste para saber se algo é ou não pecado consiste em verificar se você ficaria orgulhoso de contar aos outros o que acabou de fazer. Se for algo do qual ficaria sem graça ou envergonhado se os outros descobrissem, muito provavelmente é pecado. Um outro bom teste é determinar se podemos, honestamente e de consciência limpa, pedir que Deus abençoe e use esta atividade em particular para Seus bons propósitos. Não creio que a masturbação esteja na categoria das coisas que possamos ter “orgulho” ou genuinamente agradecer a Deus.

A Bíblia nos ensina: “Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus” (I Coríntios 10:31). Se há lugar para dúvida quanto a algo agradar ou não a Deus, então é melhor abandonar tal prática. Definitivamente, em relação à masturbação, há lugar para a dúvida. “Mas aquele que tem dúvidas, se come está condenado, porque não come por fé; e tudo o que não é de fé é pecado” (Romanos 14:23). Não vejo como, de acordo com a Bíblia, a masturbação possa ser considerada como algo que glorifique a Deus. Indo mais além, devemos nos lembrar de que nossos corpos, assim como nossas almas, foram redimidos e pertencem a Deus. “Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus” (I Coríntios 6: 19-20). Esta grande verdade deve pesar em relação ao que fazemos e até onde chegamos no que diz respeito a nosso corpo. Então, à luz destes princípios, definitivamente, devo dizer que a masturbação, de acordo com a Bíblia, é pecado. Não creio que a masturbação agrade a Deus, que evite a aparência de imoralidade ou passe no teste de Deus sendo proprietário de nossos corpos.
Fonte; http://www.gotquestions.org

terça-feira, 31 de julho de 2012

A ÁGUIA E A GALINHA - UMA METÁFORA DA CONDIÇÃO HUMANA - APRESENTADA NO LIVRO: A ÁGUIA E A GALINHA DE LEONARDO BOFF




JAMES AGGREY NATURAL DE GANA, PEQUENO PAÍS DA ÁFRICA OCIDENTAL GANA ESTÁ SITUADO NO GOLFO DA GUINÉ, ENTRE A COSTA DO MARFIM E O TONGO.  ALCANÇOU O APOGEU ENTRE 700 E 1200 DA NOSSA ERA. GANA TINHA TANTO OURO QUE ATÉ OS CACHORROS USAVAM COLEIRAS DE OURO NO SÉCULO XVI GANA FOI COLONIZADA PELOS PORTUGUESES, QUE COMEÇARAM A EXPORTAR ESCRAVOS PARA AS AMÉRICAS EM TROCA DE FUMO DE TERCEIRA CATEGORIA EM 1895, A INGLATERRA INVADIU O PAÍS DE GANA. OS GANENSES PERDERAM A SUA LIBERDADE, E TORNARAM-SE ESCRAVOS. OS INGLESES AFIRMAVAM QUE OS GANENSES ERAM: 

EM 1925, HOUVE UMA REUNIÃO DE LIDERANÇAS POPULARES NA QUAL SE DISCUTIAM OS CAMINHOS DA LIBERTAÇÃO DO DOMÍNIO COLONIAL INGLÊS. AS OPINIÕES SE DIVIDIAM. 
1. ALGUNS GANENSES QUERIAM GUERRA  2. ORGANIZAÇÃO POLÍTICA DO POVO 3. CONFORMISMO 4. OUTROS ACHAVAM QUE ERA STATUS
JAMES AGGREY, COMO FINO EDUCADOR, ACOMPANHAVA CADA INTERVENÇÃO. VIU QUE LÍDERES IMPORTANTES APOIAVAM A CAUSA INGLESA. ERGUEU A MÃO E PEDIU A PALAVRA. CONTOU A SEGUINTE HISTÓRIA 
“ERA UMA VEZ UM CAMPONÊS QUE FOI À FLORESTA VIZINHA APANHAR UM PÁSSARO PARA MANTÊ-LO CATIVO EM SUA CASA. 
CONSEGUIU PEGAR UM FILHOTE DE ÁGUIA. COLOCOU-O NO GALINHEIRO JUNTO COM AS GALINHAS. COMIA MILHO E RAÇÃO PRÓPRIA PARA GALINHAS. EMBORA A ÁGUIA FOSSE O REI/RAINHA DE TODOS OS PÁSSAROS.     DEPOIS DE CINCO ANOS, ESTE HOMEM RECEBEU A VISITA DE UM NATURALISTA. ENQUANTO PASSEAVAM PELO JARDIM, DISSE O NATURALISTA: ESSE PÁSSARO AÍ NÃO É GALINHA. ÉUMA ÁGUIA. 
DE FATO – DISSE O CAMPONÊS. É ÁGUIA. MAS EU A CRIEI COMO GALINHA. ELA NÃO É MAIS UMA ÁGUIA. TRANSFORMOU-SE EM GALINHA COMO AS OUTRAS, APESAR DAS ASAS DE QUASE TRÊS METROS DE EXTENSÃO. Não – retrucou o naturalista.  Ela é e será sempre uma águia. Pois tem um coração de águia. Este coração a fará um dia voar às alturas.  Não, insistiu o camponês. Ela virou galinha e jamais voará como águia     ENTÃO DECIDIRAM FAZER UMA PROVA. O NATURALISTA TOMOU A ÁGUIA, ERGUEU-A BEM ALTO E DESAFIANDO-A DISSE: 
JÁ QUE VOCÊ DE FATO É UMA ÁGUIA, JÁ QUE VOCÊ PERTENCE AO CÉU E NÃO À TERRA, ENTÃO ABRA SUAS ASAS E VOE!
A ÁGUIA POUSOU SOBRE O BRAÇO ESTENDIDO DO NATURALISTA. OLHAVA DISTRAIDAMENTE AO REDOR. VIU AS GALINHAS LÁ EMBAIXO, CISCANDO GRÃOS. E PULOU PARA JUNTO DELAS. O CAMPONÊS COMENTOU:  EU LHE DISSE, ELA VIROU UMA SIMPLES GALINHA!
NÃO – TORNOU A INSISTIR O NATURALISTA. ELA É UMA ÁGUIA. E UMA ÁGUIA SERÁ SEMPRE UMA ÁGUIA. VAMOS EXPERIMENTAR NOVAMENTE AMANHÃ.
NO DIA SEGUINTE, O NATURALISTA SUBIU COM A ÁGUIA NO TETO DA CASA. SUSSURROU-LHE: - ÁGUIA, JÁ QUE VOCÊ É UMA ÁGUIA, ABRA SUAS ASAS E VOE!     MAS QUANDO A ÁGUIA VIU LÁ EMBAIXO AS GALINHA, CISCANDO O CHÃO, PULOU E FOI PARA JUNTO DELAS. O CAMPONÊS SORRIU E VOLTOU À CARGA:
EU LHE HAVIA DITO, ELA VIROU GALINHA! NÃO – RESPONDEU FIRMEMENTE O NATURALISTA. ELA É ÁGUIA POSSUIRÁ SEMPRE UM CORAÇÃO DE ÁGUIA.
VAMOS EXPERIMENTAR AINDA UMA ÚLTIMA VEZ. AMANHÃ A FAREI VOAR. 
NO DIA SEGUINTE, O NATURALISTA E O CAMPONÊS LEVANTARAM BEM CEDO. PEGARAM A ÁGUIA, LEVARAM-NA PARA FORA DA CIDADE, LONGE DAS CASAS DOS HOMENS, NO ALTO DE UMA MONTANHA. O SOL NASCENTE DOURAVA OS PICOS DAS MONTANHAS. 
O NATURALISTA ERGUEU A ÁGUIA PARA O ALTO E ORDENOU-LHE:    -ÁGUIA, JÁ QUE VOCÊ É UMA ÁGUIA, JÁ QUE VOCÊ PERTENCE AO CÉU E NÃO À TERRA, ABRA SUAS ASAS E VOE! 
A ÁGUIA OLHOU AO REDOR. TREMIA COMO SE EXPERIMENTASSE NOVA VIDA. MAS NÃO VOOU. ENTÃO O NATURALISTA SEGUROU-A FIRMEMENTE, BEM NA DIREÇÃO DO SOL, PARA QUE SEUS OLHOS PUDESSEM ENCHER-SE DA CLARIDADE SOLAR E DA VASTIDÃO DO HORIZONTE. NESSE MOMENTO, ELA ABRIU SUAS POTENTES ASAS, GRASNOU COM O TÍPICO KAU-KAU DAS ÁGUIAS E ERGUEU-SE, SOBERANA, SOBRE SI MESMA. E COMEÇOU A VOAR, A VOAR PARA O ALTO, A VOAR CADA VEZ PARA MAIS ALTO. VOOU… VOOU… ATÉ CONFUNDIR-SE COM O AZUL DO 

Dons do Espírito Santo


a) Dons Ministeriais para a Igreja

Dom
Definição
Textos
Exemplos
Apóstolo
(especifico)
Os diretamente comissionados pelo Senhor Jesus para estabelecer a igreja e a mensagem genuína do evangelho.
At 4.33-37; 5.12-42; 9.27; 11.1; 15.1-6; 
1Co 9.5; 12.28,29; 
Gl 1.17; 
Ef 2.20; 4.11; 
Jd 17
Apóstolos: Mt 10.2; Mc 3.14
Paulo: Rm 1.1; 1Co 1.1
Pedro: 1Pe 1.1; 2Pe 1.1
Apóstolo
(geral)
Qualquer mensageiro biblicamente comissionado como missionário ou para outras responsabilidades especiais.
At 13.1-3
1Co 12.28,29
Ef 4.11
Barnabé: At 14.4,14
Andrônico: Rm 16.7
Tito e ouros: 2Co 8.23
Epafrodito: Fp 2.25
Tiago: Gl 1.19
Profeta
Os que falavam sob a inspiração do Espírito Santo, trazendo da parte de Deus uma mensagem para a igreja, e cuja motivação e preocupação principais tinham a ver com a vida espiritual e a pureza da igreja.
Rm 12.6
1Co 12.10; 14.1-33
Ef 4.11
1Ts 5.20,21
1Tm 1.18
1Pe 4.11
1Jo 4.1-3
Pedro: At 2.14-40; 3.12-26
Paulo: At 13.1,16-41
Barnabé: At 13.1
Simeão: At 13.1
Ágabo: At 11.27,28; 21.10
Judas e Silas: At 15.32
João: Ap 1.1,3; 10.8-11
Evangelista
Os que receberam dons de Deus para proclamar o evangelho aos não salvos.
Ef 4.11
Filipe: At 8.5-8, 26-40
Paulo: At 26.16-18
Pastor
Os escolhidos e dotados por Deus para dirigir a igreja e cuidar das suas necessidades espirituais.
At 14.23; 15.1-6
Rm 12.8
Ef 4.11,12
Fp 1.1
1Tm 3.1-7; 5.17-20
Tt 1.5-9
Hb 13.17
1Pe 5.1-5
Timóteo: 1Tm 1.1-4; 4.12
Tito: Tt 1.4,5
Pedro: 1Pe 5.1
João: 1Jo 2.1,12-14
Gaio: 3Jo 1-7
Mestre
Os dotados por Deus para esclarecer e explicar a Palavra de Deus para a edificação da igreja.
Rm 12.7
Ef 4.11
Cl 3.16
1Tm 3.2; 5.17
2Tm 2.2,24
Paulo: At 15.35; 20:20
Barnabé: At 15.35
Apolo: At 18.25-28
Timóteo: 1Co 4.17
Tito: Tt 2.1-3,9,10
Diácono
Os escolhidos e dotados por Deus para prestar assistência prática aos membros da igreja.
At 6.1-6
Rm 12.7
Fp 1.1
1Pe 4.11
Sete diáconos: At 6.5
Febe: Rm 16.1,2
Socorro
Os dotados por Deus para várias modalidades especificas de auxilio.
1Co 12.18
Paulo: At 20.35
Lídia: At 16.14,15
Gaio: 3Jo 5-8
Administrador
Os dotados por Deus pra orientar e supervisionar atividades diversas da igreja.
1Co 12.7
Ef 4.11,12
1Tm 3.1-7
Hb 13.7-17,24
Pedro: At 6.3,4; 11.1-18
Paulo: At 20.1-35
Exortador
Os dotados por Deus para motivar outros cristãos a uma fé mais profunda em cristo, a uma maior dedicação a Ele, a uma manifestação mais plena do fruto do Espírito e a uma separação completa do mundo.
Rm 12.8
1Co 14.3
1Ts 5.11,14-22
Hb 10.24,25
Barnabé: At 11.23,24
Paulo: Gl 5.16-26
Judas e Silas: At 15.32
Timóteo: 1Ts 3.2; 2Tm 4.2
Tito: Tt 2.6,13
Pedro: 1Pe 5.1,2
João: 1Jo 2.15-17; 3.1-3
Doador
Os capacitados por Deus para darem liberalmente dos seus recursos para as necessidades do povo de Deus.
At 2.44,45; 4.34,35
1Co 16.1-4
2Co 8.9
Ef 4.28
1Tm 6.17-19
Barnabé: At 4.36,37
Cristãos da Macedônia:
Rm 15.26,27; 2Co 8.1-5
Cristãos da Acaia:
Rm 15.26,27; 2Co 9.2
Consolador
Os chamados por Deus para consolar os aflitos mediante atos de misericórdia.
Rm 12.8
2Co 1.3-7
Paulo: 2Co 1.4
Cristãos hebreus:
Hb 10.34
Dorcas: At 9.36-39

b) Manifestações do Espírito Santo na vida dos crentes

Palavra de 
Sabedoria
Uma enunciação do Espírito Santo aplicando a Palavra de Deus, ou a sua sabedoria, a uma determinada situação.
At 6.3
1Co 12.8; 13.2,9,12
Estevão: At 6.10
Tiago: At 15.13-21
Palavra de Conhecimento
É o Espírito Santo revelando conhecimento a respeito de pessoas, circunstâncias, ou verdades bíblicas.
At 10.47,48; 13.2
1Co 12.8; 13.2,9,12
Pedro: At 5.9,10
Fé sobrenatural comunicada pelo Espírito Santo, capacitando o crente a crer em Deus, para a realização de milagres.
Mt 21.21,22
Mc 9.23,24
Lc 17.6
At 3.1-8; 6.5-8
1Co 12.9; 13.2
Tg 5.14,15
Centurião: Mt 8.5-13
Mulher Enferma: Mt 9.20
Cegos: Mt 9.27-29
Mulher Pecadora: Lc 9.36
Leproso: Lc 17.11-19
Cura
Restauração da saúde de alguém por meios sobrenaturais divinos.
Mt 4.23,24; 8.16
Mc 1.32-34; 6.13
Lc 4.40,41; 9.1,2
Jo 6.2; 14.12
At 4.30;5.15,16
1Co 12.9,28,30
Jesus e Apostolos:
Veja os milagres 
Operação de Maravilhas
Poder divino sobrenatural para alterar o curso da natureza
Mt 4.23,24; 8.16
Mc 1.32,33,39
Lc 4.40,41; 9.1
Jo 7.3; 10.25,32
At 2.22,43; 4.30
Rm 15.19
1Co 12.10,29
2Co 12.12
Gl 3.5
Jesus e Apostolos:
Veja os milagres.
Profecia
A capacidade momentânea e especial para transmitir mensagem, advertência, exortação ou revelação da parte de Deus sob a direção do Espírito Santo.
Lc 12.12
At 2.17,18
1Co 12.10; 13.9
Ef 4.11
1Ts 5.20,21
2Pe 1.20,21
1Jo 4.1-3
Isabel: Lc 1.40-45
Maria: Lc 1.46-55
Zacarias: Lc 1.67-79
Pedro: At 2.14-40; 4.8-12
Ágabo: At 21.10,11
Discernimento de espíritos
Capacidade especial para julgar se profecias e enunciações sobrenaturais outras, provém do Espírito Santo.
1Co 12.10; 14.29
Pedro: At 8.18-24
Paulo: At 13.8-12; 16.16
Falar em outras Línguas
Expressar-se a nível do espírito, sob a influência direta do Espírito Santo, numa língua que a pessoa não aprendeu e nem conhece.
1Co 12.10,28,30;
13.1; 14.1-40
Discípulos: At 2.4-11
Cornélio: At 10.44,45
Crentes: At 19.2-7
Paulo: 1Co 14.6,15,18
Interpretação de Línguas
Capacidade especial para interpretar o que é falado em línguas estranhas, pelo Espírito Santo.
1Co 12.10,30;
14.5; 13.26-28