quinta-feira, 27 de junho de 2013
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Traumas de uma sociedade violenta, como superar?
Posted by Marco Feliciano in Blog
Hoje quero tratar com vocês sobre os traumas da violência social. O Brasil desde 1980 vive uma explosão no número de assassinatos. O crime dita o comportamento da família brasileira, que evita chegar tarde em casa, deixam de ir a alguns locais da cidade por causa da criminalidade, deixam de ir a certos bancos e fazem o investimento em segurança pessoal aumentar. A violência ocupa grande parte dos noticiários e aflige todos, inclusive o crente. No Rio 80% dos cariocas evitam sair a rua portando muito dinheiro ou objetos de valor. Em Manaus 83,9% evitam sair a noite ou chegar muito tarde em casa por medo da criminalidade. Esses números são da pesquisa realizada pelo Datafolha entre 2009 e 2010, foram 75 000 pessoas entrevistadas.
A violência tem origem espiritual e está intimamente relacionada com a queda de Adão e Eva (Gn3.4-24; 6.5). Por consequência desta queda o homem tornou-se pecador e seus atos de violência passaram a se multiplicar. Primeiro com Caim, que por puro ciúme e inveja matou o irmão (Gn 4.3-5), posteriormente com Lameque que, louva seu ato criminoso ao assassinar dois homens (Gn 4.23). Por causa deste crescimento da violência no Antigo Testamento, Deus decide destruir o mundo antigo (Gn cap. 6). O senhor anunciou o motivo no capítulo 6 e versículo 7 de Gênesis: ” Destruirei, de sobre a face da terra, o homem que criei, desde o homem até ao animal, até ao réptil e até à ave dos céus; porque me arrependo de os haver feito”.
A criminalidade já foi associada à pobreza. Porém, o crime atual em um raciocínio amplo está ligado ao patrimônio, como roubos e furtos, apesar das políticas públicas contra a violência e a criminalidade. São assustadoras as estatísticas envolvendo assassinatos, roubos, lesões corporais e só aumentam.
Os ataques contra cristãos aumentaram 309% entre 2001 e 2010, segundo o estudo apresentado pela organização Ajuda à Igreja que Sofre (AIS).
Todos nós estamos sujeitos a violência social, mas a igreja, principalmente em países que possuem liberdade religiosa, como o Brasil, deve se empenhar em promover ações para ajudar vítimas a superarem os traumas provenientes de atos violentos, deve ter um papel acolhedor e ajudar a sociedade a diminuir os altos índices de criminalidade. Deus é o principal remédio contra qualquer trauma sofrido. Pessoas sendo impedidas de seguir uma vida normal por causa de traumas, somente a igreja pode mudar este quadro.
Mas em especial, a igreja, precisa se conscientizar de que sendo a violência uma ação espiritual é a principal responsável pelo seu crescimento.
A visão da cruz pode ser o melhor remédio para as dores provocadas na memória, lançadas diariamente na imaginação de pessoas que antes tiveram uma vida feliz, uma vida normal, mas hoje estão sendo atordoados por estes pensamentos, obrigados a carregar o inimigo que provocou tanta dor com seu ato cruel de violência. Imagine a cruz, imagine se Cristo ainda estivesse carregando as chibatadas, o cuspe na face, a coroa de espinhos, mas não, ele não está carregando nada disso. Ele sabia muito bem o que estava fazendo por nós, ele estava nos tirando da potestade das trevas e nos transportando para o Reino (Cl 1.13), “mas não somente isto, mas também nos gloriamos em Deus por nosso Senhor Jesus Cristo, pelo qual agora alcançamos a reconciliação” (Rm 5.11).
“Por que, por Ele, ambos temos acesso ao Pai em um mesmo Espírito” (Ef 2.18).
“Chegamos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno” (Hb 4.16).
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
O grande arrebatamento da Igreja
1Ts 4.16,17 “Porque
o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a
trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro; depois,
nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens,
a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor.”
O termo
“arrebatamento” deriva da palavra raptus em latim, que significa “arrebatado
rapidamente e com força”. O termo latino raptus equivale a harpazo em grego,
traduzido por “arrebatado” em 4.17. Esse evento, descrito aqui e em 1Co 15,
refere-se à ocasião em que a igreja do Senhor será arrebatada da terra para
encontrar-se com Ele nos ares. O arrebatamento abrange apenas os salvos em
Cristo.
(1) Instantes antes do arrebatamento, ao descer Cristo do
céu para buscar a sua igreja, ocorrerá a ressurreição dos “que morreram em
Cristo” (4.16). Não se trata da mesma ressurreição referida em Ap 20.4, a qual
somente ocorrerá depois de Cristo voltar à terra, julgar os ímpios e prender
Satanás (Ap 19.11—20.3). A ressurreição de Ap 20.4 tem a ver com os mártires da
tribulação e possivelmente com os santos do AT (ver Ap 20.6 nota).
(2) Ao mesmo tempo que ocorre a ressurreição dos mortos em
Cristo, os crentes vivos serão transformados; seus corpos se revestirão de
imortalidade (1Co 15.51,53). Isso acontecerá num instante, “num abrir e fechar
de olhos” (1Co 15.52).
(3) Tanto os crentes ressurretos como os que acabaram de ser
transformados serão “arrebatados juntamente” (4.17) para encontrar-se com
Cristo nos ares, ou seja: na atmosfera entre a terra e o céu.
(4) Estarão literalmente unidos com Cristo (4.16,17),
levados à casa do Pai, no céu (ver Jo 14.2,3 notas), e reunidos aos queridos
que tinham morrido (4.13-18).
(5) Estarão livres de todas as aflições (2Co 5.2,4; Fp
3.21), de toda perseguição e opressão (ver Ap 3.10 nota), de todo domínio do
pecado e da morte (1Co 15.51-56); o arrebatamento os livra da “ira futura” (ver
1.10 nota; 5.9), ou seja: da grande tribulação.
(6) A esperança de que nosso Salvador logo voltará para nos
tirar do mundo, a fim de estarmos “sempre com o Senhor” (4.17), é a
bem-aventurada esperança de todos os redimidos (Tt 2.13). É fonte principal de
consolo para os crentes que sofrem (4.17,18; 5.10).
(7) Paulo emprega o pronome “nós” em 4.17 por saber que a
volta do Senhor poderia acontecer naquele período, e comunica aos
tessalonicenses essa mesma esperança. A Bíblia insiste que anelemos e esperemos
contínua e confiadamente a volta do nosso Senhor (cf. Rm 13.11; 1Co 15.51,52;
Ap 22.12,20).
(8) Quem está na igreja mas não abandona o pecado e o mal,
sendo assim infiel a Cristo, será deixado aqui, no arrebatamento (ver Mt 25.1
nota; Lc 12.45 nota). Os tais ficarão neste mundo e farão parte da igreja
apóstata (ver Ap 17.1 nota; ver o estudo O PERÍODO DO ANTICRISTO), sujeitos à
ira de Deus.
(9) Depois do arrebatamento, virá o Dia do Senhor, um tempo
de sofrimento e ira sobre os ímpios (5.2-10; ver 5.2 nota). Seguir-se-á a
segunda fase da vinda de Cristo, quando, então, Ele virá para julgar os ímpios
e reinar sobre a terra (ver Mt 24.42,44 notas).
Masturbação à luz da Bíblia
Vivemos em uma era de liberdade de expressão e
de um estilo "livre" de vida. Hoje vemos nos filmes, nas novelas, nas
músicas, nas danças, nas roupas da moda, etc., uma comercialização do sexo. Em
Gênesis 1:28, Deus disse ao homem: "E Deus os abençoou e Deus lhes disse:
Frutificai, e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre
os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move
sobre a terra", ou seja, o sexo tinha uma função procriativa e fez Deus
uma mulher idônea para Adão para que, dela, ele desfrutasse e, com ela,
enchesse a terra (Gn 2:18).
Hoje em dia o sexo está tão banalizado que não há mais aquela expectativa dos noivos em se descobrirem aos poucos, em maravilharem-se um com o outro vivendo uma novidade maravilhosa de um toque, de uma fragrância, de surpresas que fortalecem o casamento e o amor. Com tamanha sobrecarga de "normal" (sexo antes do casamento é normal, homossexualismo é normal, filhos drogados é normal, você tem que aceitar...), porque não devemos ensinar nossos filhos a se masturbarem? Não é normal?
Vamos falar de áreas cinzentas da moralidade
Ao considerar as questões sexuais que não estão
especificamente relacionadas na Escritura, tenha em mente certas experiências
pré-sexuais que conduzem facilmente à lascívia ou à luxúria.
Nossos pensamentos
Nossos pensamentos
A batalha pela pureza sexual sempre começa na
mente. Aquilo em que pensamos constantemente, acabamos fazendo. Enchemos nossa
mente com o bem ou o mal, o puro ou o impuro, o certo ou o errado. Muitos
crentes tentam abrigar ambas as tendências em seus pensamentos. O pecado sexual
declarado é concebido na mente, desenvolvido em várias experiências
pré-sexuais, e finalmente torna-se realidade, quando a oportunidade aparece.
Não somente a imoralidade resultante é pecado – os pensamentos impuros também
são pecados. As palavras de Jesus, no Sermão da Montanha, são freqüentemente
citadas a este respeito: "Ouvistes o que foi dito: Não adulterarás. Eu,
porém, vos digo que todo aquele que olhar para uma mulher para a cobiçar, já em
seu coração cometeu adultério com ela" (Mt 5:27,28). Não se confunda, a
ponto de dizer: "Visto que já pequei em meu coração, posso também pecar
com o corpo". Estes pecados não são os mesmos! Um é o pecado da mente, e
em pensamento apenas uma pessoa peca. O outro é um pecado da mente e do corpo,
e, com o corpo, duas pessoas pecam. Na mente, não há união física. Com o corpo,
os dois chegam a se conhecer um ao outro de maneira irreversível. Note que, em
Mt 5:28, Jesus menciona não apenas olhar, mas olhar para cobiçar. Isto implica
um desejo ativo, imaginando uma união ou contato sexual. Paulo diz que o crente
de espírito controlado, na batalha espiritual, está "levando cativo todo
pensamento à obediência a Cristo" (II Co 10:5). E Pedro diz:
"Cingindo os lombos do vosso entendimento, sede sóbrios... não vos
conformeis às concupscências que antes tínheis na vossa ignorância" (I Pe
1:13,14). Não podemos impedir todo pensamento impuro de entrar na mente, porém
somos realmente capazes de controlar os pensamentos que permanecem e se
desenvolvem.
Nossos olhos
Nossos olhos
O que nossos olhos vêem e lêem produz e
controla a maior parte de nossos pensamentos. As Escrituras ensinam que os
olhos são a "candeia do corpo" (Mt 6:22,23) e que se os "olhos
forem maus", o corpo "será tenebroso". Esta verdade descreve
mais do que um fato físico. Refere-se ao que os olhos deixam entrar na mente. O
apóstolo João adverte contra a "concupiscência dos olhos" (I Jo
2:16). Salomão escreveu: "Dirijam-se os teus olhos para a frente e olhem
as tuas pálpebras diretamente diante de ti. Pondera a vereda de teus pés, e
serão seguros todos os teus caminhos" (Pv 4:25,26). Salomão também diz:
"Filho meu, dá-me o teu coração; e deleitem-se os teus olhos nos meus
caminhos. Porque cova profunda é a prostituta; e o poço estreito é a
aventureira" (Pv 23:26,27). Devemos nos afastar da pornografia que vem
sendo despejada em nosso caminho, lembre-se: "os olhos são a candeia do
corpo". Se você não resiste à tentação, não olhe. Você não pode ser
tentado a se masturbar se estiver lendo passagens da Bíblia.
Masturbação é pecado?
Masturbação é pecado?
A maioria dos não-crentes e também muitos
crentes crêem que a masturbação não apresenta nenhum problema. Certamente, não
acham que é pecado e que só constitui um problema quando é uma obsessão e um
substituto psicológico total para as relações sexuais normais. A muitos mitos
sobre a masturbação, em escritos católicos e protestantes antigos, a este
respeito. Alguns destes mitos são que a masturbação causa danos físicos, que
destruirá a habilidade sexual no casamento ou que causará distúrbios emocionais.
Estes mitos eram basicamente táticas para amedrontar e tinham pouca base em
fatos. Não há passagem específica na Escritura que fale diretamente da questão
da masturbação. Há quem chame a atenção para Gn 38:8-10 e I Co 6:9-10. Concordo
com o escritor Herbert J. Miles, que estas passagens não falam de masturbação.
Mesmo assim, a Bíblia fornece orientações que lhe permitirão decidir se a
masturbação é pecado ou não. Reflita sobre as seguintes observações: 1. Vejamos
à definição de lascívia e luxúria: "Gratificação dos sentidos e
indulgência para com o apetite; dedicado aos ou preocupado com os
sentidos" e "desejo sexual intenso". A masturbação encaixa-se
definitivamente nestas definições (veja Gl 5:19). Pode-se praticar a masturbação
sem lascívia ou luxúria? 2. O teste seguinte é o de sua vida mental. Jesus
disse: " Eu, porém, vos digo que todo aquele que olhar para uma mulher
para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela" (Mt 5:27,28).
Quando uma pessoa pratica masturbação, o que se passa em sua cabeça? As
cachoeiras de Paulo Afonso? Pode alguém se masturbar sem imaginar um ato sexual
ou ao menos cenas sensuais? O que é que você acha? Se você pratica a
masturbação, pode sua mente permanecer pura? 3. Em seguida, reflita sobre a
santidade e a intenção da relação sexual no casamento. Sem sombra de dúvida, a
masturbação é uma tentativa de experimentar as mesmas sensações que são
atribuídas ao casamento. É um substituto do ato verdadeiro, uma farsa, uma
falsificação, um dolo. 4. A
masturbação é também totalmente egocêntrica. Uma das características do
egocentrismo é a auto-indulgência. Paulo descreve o modo de vida de quem é
controlado por Satanás, dizendo: "Todos nós também antes andávamos nos
desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos" (Ef
2:3). 5. Finalmente, a masturbação pode nos levar à escravidão. Quando uma
pessoa é dominada por uma indulgência carnal, ela peca. "Não reine,
portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para obedecerdes às suas concupiscências"
(Rm 6:12). Paulo também diz: "Todas as coisas me são lícitas, mas nem
todas as coisas convém. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei
dominar por nenhuma delas" (I Co 6:12). Você é escravo da masturbação?
Reflita sobre os cinco enunciados acima, para determinar se, para você, a
masturbação é pecado.
Liberte-se!
Liberte-se!
O impulso sexual é uma parte normal, dada por
Deus, de qualquer homem ou mulher saudável. Envergonhar-se disto é duvidar da
bondade de Deus para conosco. Abusar dele é contrariar a graça que Deus
tenciona para nós. Ele nos criou com muitos impulsos e desejos, que podemos
desenvolver ou usar de maneira errada. Como um deles, o impulso sexual ativa ou
destrói os relacionamentos, de acordo com seu controle e aplicação. A
masturbação é um problema comum. Não devemos ter medo de conversar sobre ela
nem de ajudar as pessoas a superá-la. Homens e mulheres acham que é um hábito
igualmente opressivo, e buscam ajuda para a superação do problema. Compaixão, e
não condenação, deve ser nossa resposta. Minha conclusão é que a masturbação
não deve fazer parte da vida do crente. I Coríntios 6:18-20, Gálatas 5:19 e I
Tessalonicenses 4:3-7 são passagens que falam sobre a questão do uso de nossos
corpos devidamente no sexo. Embora não possamos assentar todos os argumentos
que dizem que a masturbação é pecado, não podemos negar que ela é resultado da
lascívia e da paixão. Mas, na liberdade da graça de Deus, podemos escolher
fazer o que é sagrado e direito aos olhos de Deus.
Autor: (?)
Pergunta: "Masturbação – de acordo com a Bíblia, é pecado?"
Masturbação – de acordo
com a Bíblia, é pecado?
Resposta: A Bíblia nunca menciona especificamente a masturbação ou afirma se a masturbação é ou não pecado. Entretanto, não há dúvidas de que na grande maioria das situações as ações que levam à masturbação são pecaminosas. A masturbação é, quase sempre, o resultado final de pensamentos sensuais, estimulação erótica e/ou imagens pornográficas. São com estes problemas que devemos lidar. Se abandonarmos e vencermos os pecados de luxúria e pornografia, o problema da masturbação vai se tornar algo de mínima importância.
A Bíblia nos alerta para que evitemos até a aparência de imoralidade sexual (Efésios 5:3). Não vejo como a masturbação possa passar neste teste específico. Às vezes, um bom teste para saber se algo é ou não pecado consiste em verificar se você ficaria orgulhoso de contar aos outros o que acabou de fazer. Se for algo do qual ficaria sem graça ou envergonhado se os outros descobrissem, muito provavelmente é pecado. Um outro bom teste é determinar se podemos, honestamente e de consciência limpa, pedir que Deus abençoe e use esta atividade em particular para Seus bons propósitos. Não creio que a masturbação esteja na categoria das coisas que possamos ter “orgulho” ou genuinamente agradecer a Deus.
A Bíblia nos ensina: “Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus” (I Coríntios 10:31). Se há lugar para dúvida quanto a algo agradar ou não a Deus, então é melhor abandonar tal prática. Definitivamente, em relação à masturbação, há lugar para a dúvida. “Mas aquele que tem dúvidas, se come está condenado, porque não come por fé; e tudo o que não é de fé é pecado” (Romanos 14:23). Não vejo como, de acordo com a Bíblia, a masturbação possa ser considerada como algo que glorifique a Deus. Indo mais além, devemos nos lembrar de que nossos corpos, assim como nossas almas, foram redimidos e pertencem a Deus. “Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus” (I Coríntios 6: 19-20). Esta grande verdade deve pesar em relação ao que fazemos e até onde chegamos no que diz respeito a nosso corpo. Então, à luz destes princípios, definitivamente, devo dizer que a masturbação, de acordo com a Bíblia, é pecado. Não creio que a masturbação agrade a Deus, que evite a aparência de imoralidade ou passe no teste de Deus sendo proprietário de nossos corpos.
Fonte; http://www.gotquestions.org
terça-feira, 31 de julho de 2012
A ÁGUIA E A GALINHA - UMA METÁFORA DA CONDIÇÃO HUMANA - APRESENTADA NO LIVRO: A ÁGUIA E A GALINHA DE LEONARDO BOFF
JAMES AGGREY NATURAL DE GANA, PEQUENO PAÍS DA ÁFRICA OCIDENTAL
GANA ESTÁ SITUADO NO GOLFO DA GUINÉ, ENTRE A COSTA DO MARFIM E O TONGO.
ALCANÇOU O APOGEU ENTRE 700 E 1200 DA NOSSA ERA. GANA TINHA TANTO OURO QUE ATÉ
OS CACHORROS USAVAM COLEIRAS DE OURO
NO SÉCULO XVI GANA FOI COLONIZADA PELOS PORTUGUESES, QUE COMEÇARAM A EXPORTAR
ESCRAVOS PARA AS AMÉRICAS EM TROCA DE FUMO DE TERCEIRA CATEGORIA
EM 1895, A
INGLATERRA INVADIU O PAÍS DE GANA. OS GANENSES PERDERAM A SUA LIBERDADE, E
TORNARAM-SE ESCRAVOS. OS INGLESES AFIRMAVAM QUE OS GANENSES ERAM:
EM 1925, HOUVE UMA REUNIÃO DE LIDERANÇAS POPULARES NA QUAL SE DISCUTIAM OS
CAMINHOS DA LIBERTAÇÃO DO DOMÍNIO COLONIAL INGLÊS. AS OPINIÕES SE DIVIDIAM.
1. ALGUNS GANENSES QUERIAM GUERRA
2. ORGANIZAÇÃO POLÍTICA DO POVO
3. CONFORMISMO
4. OUTROS ACHAVAM QUE ERA STATUS
JAMES AGGREY, COMO FINO EDUCADOR, ACOMPANHAVA CADA INTERVENÇÃO. VIU QUE LÍDERES
IMPORTANTES APOIAVAM A CAUSA INGLESA. ERGUEU A MÃO E PEDIU A PALAVRA. CONTOU A
SEGUINTE HISTÓRIA
“ERA UMA VEZ UM CAMPONÊS QUE FOI À FLORESTA VIZINHA APANHAR UM PÁSSARO PARA
MANTÊ-LO CATIVO EM SUA CASA.
CONSEGUIU PEGAR UM FILHOTE DE ÁGUIA. COLOCOU-O NO GALINHEIRO JUNTO COM AS
GALINHAS. COMIA MILHO E RAÇÃO PRÓPRIA PARA GALINHAS. EMBORA A ÁGUIA FOSSE O
REI/RAINHA DE TODOS OS PÁSSAROS.
DEPOIS DE CINCO ANOS, ESTE HOMEM RECEBEU A VISITA DE UM NATURALISTA. ENQUANTO
PASSEAVAM PELO JARDIM, DISSE O NATURALISTA: ESSE PÁSSARO AÍ NÃO É GALINHA. ÉUMA
ÁGUIA.
DE FATO – DISSE O CAMPONÊS. É ÁGUIA. MAS EU A CRIEI COMO GALINHA. ELA NÃO É
MAIS UMA ÁGUIA. TRANSFORMOU-SE EM GALINHA COMO AS OUTRAS, APESAR DAS ASAS DE
QUASE TRÊS METROS DE EXTENSÃO.
Não – retrucou o naturalista.
Ela é e será sempre uma águia. Pois tem um coração de águia. Este coração a
fará um dia voar às alturas.
Não, insistiu o camponês. Ela virou galinha e jamais voará como águia
ENTÃO DECIDIRAM FAZER UMA PROVA. O NATURALISTA TOMOU A ÁGUIA, ERGUEU-A BEM ALTO
E DESAFIANDO-A DISSE:
JÁ QUE VOCÊ DE FATO É UMA ÁGUIA, JÁ QUE VOCÊ PERTENCE AO CÉU E NÃO À TERRA,
ENTÃO ABRA SUAS ASAS E VOE!
A ÁGUIA POUSOU SOBRE O BRAÇO ESTENDIDO DO NATURALISTA. OLHAVA DISTRAIDAMENTE AO
REDOR. VIU AS GALINHAS LÁ EMBAIXO, CISCANDO GRÃOS. E PULOU PARA JUNTO DELAS. O
CAMPONÊS COMENTOU:
EU LHE DISSE, ELA VIROU UMA SIMPLES GALINHA!
NÃO – TORNOU A INSISTIR O NATURALISTA. ELA É UMA ÁGUIA. E UMA ÁGUIA SERÁ SEMPRE
UMA ÁGUIA. VAMOS EXPERIMENTAR NOVAMENTE AMANHÃ.
NO DIA SEGUINTE, O NATURALISTA SUBIU COM A ÁGUIA NO TETO DA CASA.
SUSSURROU-LHE: - ÁGUIA, JÁ QUE VOCÊ É UMA ÁGUIA, ABRA SUAS ASAS E VOE!
MAS QUANDO A ÁGUIA VIU LÁ EMBAIXO AS GALINHA, CISCANDO O CHÃO, PULOU E FOI PARA
JUNTO DELAS. O CAMPONÊS SORRIU E VOLTOU À CARGA:
EU LHE HAVIA DITO, ELA VIROU GALINHA!
NÃO – RESPONDEU FIRMEMENTE O NATURALISTA. ELA É ÁGUIA POSSUIRÁ SEMPRE UM
CORAÇÃO DE ÁGUIA.
VAMOS EXPERIMENTAR AINDA UMA ÚLTIMA VEZ. AMANHÃ A FAREI VOAR.
NO DIA SEGUINTE, O NATURALISTA E O CAMPONÊS LEVANTARAM BEM CEDO. PEGARAM A
ÁGUIA, LEVARAM-NA PARA FORA DA CIDADE, LONGE DAS CASAS DOS HOMENS, NO ALTO DE
UMA MONTANHA. O SOL NASCENTE DOURAVA OS PICOS DAS MONTANHAS.
O NATURALISTA ERGUEU A ÁGUIA PARA O ALTO E ORDENOU-LHE:
-ÁGUIA, JÁ QUE VOCÊ É UMA ÁGUIA, JÁ QUE VOCÊ PERTENCE AO CÉU E NÃO À
TERRA, ABRA SUAS ASAS E VOE!
A ÁGUIA OLHOU AO REDOR. TREMIA COMO SE EXPERIMENTASSE NOVA VIDA. MAS NÃO VOOU.
ENTÃO O NATURALISTA SEGUROU-A FIRMEMENTE, BEM NA DIREÇÃO DO SOL, PARA QUE SEUS
OLHOS PUDESSEM ENCHER-SE DA CLARIDADE SOLAR E DA VASTIDÃO DO HORIZONTE. NESSE
MOMENTO, ELA ABRIU SUAS POTENTES ASAS, GRASNOU COM O TÍPICO KAU-KAU DAS ÁGUIAS
E ERGUEU-SE, SOBERANA, SOBRE SI MESMA. E COMEÇOU A VOAR, A VOAR PARA O ALTO, A
VOAR CADA VEZ PARA MAIS ALTO. VOOU… VOOU… ATÉ CONFUNDIR-SE COM O AZUL DO
Dons do Espírito Santo
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a) Dons Ministeriais para a Igreja
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Dom
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Definição
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Textos
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Exemplos
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Apóstolo
(especifico) |
Os diretamente comissionados pelo Senhor Jesus para
estabelecer a igreja e a mensagem genuína do evangelho.
|
At 4.33-37;
5.12-42; 9.27; 11.1; 15.1-6;
1Co 9.5; 12.28,29; Gl 1.17; Ef 2.20; 4.11; Jd 17 |
Apóstolos: Mt
10.2; Mc 3.14
Paulo: Rm 1.1; 1Co 1.1 Pedro: 1Pe 1.1; 2Pe 1.1 |
|
Apóstolo
(geral) |
Qualquer
mensageiro biblicamente comissionado como missionário ou para outras
responsabilidades especiais.
|
At 13.1-3
1Co 12.28,29 Ef 4.11 |
Barnabé: At
14.4,14
Andrônico: Rm 16.7 Tito e ouros: 2Co 8.23 Epafrodito: Fp 2.25 Tiago: Gl 1.19 |
|
Profeta
|
Os que falavam
sob a inspiração do Espírito Santo, trazendo da parte de Deus uma mensagem
para a igreja, e cuja motivação e preocupação principais tinham a ver com a
vida espiritual e a pureza da igreja.
|
Rm 12.6
1Co 12.10; 14.1-33 Ef 4.11 1Ts 5.20,21 1Tm 1.18 1Pe 4.11 1Jo 4.1-3 |
Pedro: At
2.14-40; 3.12-26
Paulo: At 13.1,16-41 Barnabé: At 13.1 Simeão: At 13.1 Ágabo: At 11.27,28; 21.10 Judas e Silas: At 15.32 João: Ap 1.1,3; 10.8-11 |
|
Evangelista
|
Os que
receberam dons de Deus para proclamar o evangelho aos não salvos.
|
Ef 4.11
|
Filipe: At
8.5-8, 26-40
Paulo: At 26.16-18 |
|
Pastor
|
Os escolhidos
e dotados por Deus para dirigir a igreja e cuidar das suas necessidades
espirituais.
|
At 14.23;
15.1-6
Rm 12.8 Ef 4.11,12 Fp 1.1 1Tm 3.1-7; 5.17-20 Tt 1.5-9 Hb 13.17 1Pe 5.1-5 |
Timóteo: 1Tm
1.1-4; 4.12
Tito: Tt 1.4,5 Pedro: 1Pe 5.1 João: 1Jo 2.1,12-14 Gaio: 3Jo 1-7 |
|
Mestre
|
Os dotados por
Deus para esclarecer e explicar a Palavra de Deus para a edificação da
igreja.
|
Rm 12.7
Ef 4.11 Cl 3.16 1Tm 3.2; 5.17 2Tm 2.2,24 |
Paulo: At
15.35; 20:20
Barnabé: At 15.35 Apolo: At 18.25-28 Timóteo: 1Co 4.17 Tito: Tt 2.1-3,9,10 |
|
Diácono
|
Os escolhidos
e dotados por Deus para prestar assistência prática aos membros da igreja.
|
At 6.1-6
Rm 12.7 Fp 1.1 1Pe 4.11 |
Sete diáconos:
At 6.5
Febe: Rm 16.1,2 |
|
Socorro
|
Os dotados por
Deus para várias modalidades especificas de auxilio.
|
1Co 12.18
|
Paulo: At
20.35
Lídia: At 16.14,15 Gaio: 3Jo 5-8 |
|
Administrador
|
Os dotados por
Deus pra orientar e supervisionar atividades diversas da igreja.
|
1Co 12.7
Ef 4.11,12 1Tm 3.1-7 Hb 13.7-17,24 |
Pedro: At
6.3,4; 11.1-18
Paulo: At 20.1-35 |
|
Exortador
|
Os dotados por
Deus para motivar outros cristãos a uma fé mais profunda em cristo, a uma
maior dedicação a Ele, a uma manifestação mais plena do fruto do Espírito e a
uma separação completa do mundo.
|
Rm 12.8
1Co 14.3 1Ts 5.11,14-22 Hb 10.24,25 |
Barnabé: At
11.23,24
Paulo: Gl 5.16-26 Judas e Silas: At 15.32 Timóteo: 1Ts 3.2; 2Tm 4.2 Tito: Tt 2.6,13 Pedro: 1Pe 5.1,2 João: 1Jo 2.15-17; 3.1-3 |
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Doador
|
Os capacitados
por Deus para darem liberalmente dos seus recursos para as necessidades do
povo de Deus.
|
At 2.44,45;
4.34,35
1Co 16.1-4 2Co 8.9 Ef 4.28 1Tm 6.17-19 |
Barnabé: At
4.36,37
Cristãos da Macedônia: Rm 15.26,27; 2Co 8.1-5 Cristãos da Acaia: Rm 15.26,27; 2Co 9.2 |
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Consolador
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Os chamados
por Deus para consolar os aflitos mediante atos de misericórdia.
|
Rm 12.8
2Co 1.3-7 |
Paulo: 2Co 1.4
Cristãos hebreus: Hb 10.34 Dorcas: At 9.36-39 |
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b) Manifestações do Espírito Santo na vida dos
crentes
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Palavra de
Sabedoria |
Uma enunciação
do Espírito Santo aplicando a Palavra de Deus, ou a sua sabedoria, a uma
determinada situação.
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At 6.3
1Co 12.8; 13.2,9,12 |
Estevão: At
6.10
Tiago: At 15.13-21 |
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Palavra de Conhecimento
|
É o Espírito
Santo revelando conhecimento a respeito de pessoas, circunstâncias, ou
verdades bíblicas.
|
At 10.47,48;
13.2
1Co 12.8; 13.2,9,12 |
Pedro: At
5.9,10
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Fé
|
Fé
sobrenatural comunicada pelo Espírito Santo, capacitando o crente a crer em
Deus, para a realização de milagres.
|
Mt 21.21,22
Mc 9.23,24 Lc 17.6 At 3.1-8; 6.5-8 1Co 12.9; 13.2 Tg 5.14,15 |
Centurião: Mt
8.5-13
Mulher Enferma: Mt 9.20 Cegos: Mt 9.27-29 Mulher Pecadora: Lc 9.36 Leproso: Lc 17.11-19 |
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Cura
|
Restauração da
saúde de alguém por meios sobrenaturais divinos.
|
Mt 4.23,24;
8.16
Mc 1.32-34; 6.13 Lc 4.40,41; 9.1,2 Jo 6.2; 14.12 At 4.30;5.15,16 1Co 12.9,28,30 |
Jesus e
Apostolos:
Veja os milagres |
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Operação de Maravilhas
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Poder divino
sobrenatural para alterar o curso da natureza
|
Mt 4.23,24;
8.16
Mc 1.32,33,39 Lc 4.40,41; 9.1 Jo 7.3; 10.25,32 At 2.22,43; 4.30 Rm 15.19 1Co 12.10,29 2Co 12.12 Gl 3.5 |
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Profecia
|
A capacidade
momentânea e especial para transmitir mensagem, advertência, exortação ou
revelação da parte de Deus sob a direção do Espírito Santo.
|
Lc 12.12
At 2.17,18 1Co 12.10; 13.9 Ef 4.11 1Ts 5.20,21 2Pe 1.20,21 1Jo 4.1-3 |
Isabel: Lc
1.40-45
Maria: Lc 1.46-55 Zacarias: Lc 1.67-79 Pedro: At 2.14-40; 4.8-12 Ágabo: At 21.10,11 |
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Discernimento de espíritos
|
Capacidade
especial para julgar se profecias e enunciações sobrenaturais outras, provém
do Espírito Santo.
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1Co 12.10;
14.29
|
Pedro: At
8.18-24
Paulo: At 13.8-12; 16.16 |
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Falar em outras Línguas
|
Expressar-se a
nível do espírito, sob a influência direta do Espírito Santo, numa língua que
a pessoa não aprendeu e nem conhece.
|
1Co
12.10,28,30;
13.1; 14.1-40 |
Discípulos: At
2.4-11
Cornélio: At 10.44,45 Crentes: At 19.2-7 Paulo: 1Co 14.6,15,18 |
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Interpretação de Línguas
|
Capacidade
especial para interpretar o que é falado em línguas estranhas, pelo Espírito
Santo.
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1Co 12.10,30;
14.5; 13.26-28 |
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